Câmara Municipal de Várzea Nova fica sem representante feminina.

Investiga-se um dos temas mais atuais e contemporâneos, no campo da crítica feminista democrática, que é a participação política da mulher. Esta pesquisa destina-se a proceder à análise da persistência da sub-representatividade das mulheres na política brasileira e à busca pela garantia da igualdade de gêneros como instrumento da efetivação da democracia. Após mais de 20 anos da instituição da primeira política afirmativa em prol de mulheres na política, as estatísticas continuam a indicar um quadro de desigualdade entre os sexos. Nessa perspectiva, demonstra-se que desigualdades de gênero históricas e culturais transbordam para o campo político e minam a participação política feminina. O presente estudo tem como objetivo investigar a concretização da política pública de Cotas eleitorais para mulheres que designa uma porcentagem de 30% de candidatas femininas dentro dos partidos políticos, levando-se em conta o Princípio da Igualdade entre os gêneros, que garante que homens e mulheres são iguais perante a lei. Assim sendo, busca-se responder a seguinte problemática: a lei que garante constitucionalmente a participação da mulher na política nacional é suficiente para esse direito seja efetivado? Quanto tempo ainda vamos ter que esperar para vivenciar de fato a igualdade entre homens e mulheres nos espaços de poder? Podemos constatar que a política de cotas tem como fundamento a reserva de vagas para mulheres, não sendo a forma mais justa de garantir a elevação da representação política das mulheres. A democracia, só existirá de fato se as mulheres estivessem mais representadas em nosso cenário político tornando nossa sociedade mais igualitária, justa e inclusiva, mas ainda vivemos em um país patriarcal onde a mulher tem uma posição de inferioridade em relação ao homem em todos os níveis sociais. Somente com uma mudança de paradigma e a adoção efetiva de ações afirmativas de inserção e incentivo da mulher na política, haverá a plena efetividade de igualdade de direitos nas relações de gênero.

Após muito tempo a cidade de Várzea Nova terá uma câmara municipal sem a presença feminina, isso não acontecia desde a segunda legislatura ( 1990 a 1992).

A câmara municipal de Vereadores de Várzea Nova sempre teve uma representação atuante das mulheres Várzea-Novense e nessa décima legislatura não terá a presença das mesmas. Uma reflexão há ser feita em nossa sociedade que ainda continua machista. A última vereadora eleita mulher foi a Candidata a prefeitura Daiane da Social, que obteve 624 votos em 2016.

Isso precisa ser mudado em nossa sociedade, as mulheres precisam ser representadas por lideranças políticas femininas .

A eleição municipal de 2020 teve eleitos.

Dan

Arlivan

Edivanio caminhoneiro

Raimundinho da tábua

Paulo do mulungu

Adilton maia

Abnadabe Brito

Nilton Moreira.

Sérgio da Nabla.

FONTE: ALISON NOTÍCIAS