Aliados do prefeito de Fátima realizam protesto e aglomeração em frente à Câmara de Vereadores

Depois da aglomeração provocada pela oposição liderada pelo petista Binho de Alfredo, contra o prefeito Manoel Missias Vieira, mais conhecido Sorria do PSB, do município de Fátima, localizado no território Semiárido Nordeste II, quando promoveu uma carreata e muitos fogos comemorando a adesão de Vanessa Reis (Coordenadora do CRAS), Raul Andrade (Psicólogo do CAPS), Taiza Andrade (Assistente Social do NASF) e Maria Edivânia (Educadora Física do NASF), no inicio de julho, agora foi à vez dos aliados do prefeito fazer a convocação através da rede social para uma grande aglomeração em frente à Câmara de Vereadores para protestar contra a colocação em pauta através de uma sessão extraordinária ocorrida na sexta-feira, dia 31 de julho, para o início do análise das contas de 2018 do prefeito que foram reprovadas pelo TCM.

Em um dos áudios convocando a população, o secretário de Esporte, Cultura e Lazer, Alan de Oliveira Santos, afirmava que o processo era perseguição política e seria uma forma de impedir o ato dos vereadores da oposição que pretendiam criar dificuldades para o registro da candidatura de Sorria a reeleição.

Em resposta, o presidente da Câmara Municipal de Fátima, José Rodrigo Batista Santana (PSB), conhecido por Rodrigo de Lourival, gravou um vídeo pedindo ao povo que não fosse às ruas, pois o processo está apenas no início e que tem toda uma tramitação a seguir. Rodrigo de Lourival também condenou a fala do secretário de esporte e o tratou com “secretariozinho” alegando que o mesmo não tinha conhecimento como o processo tramitava na casa legislativa. A Policia Militar foi convocada pelo presidente para que a sessão acontecesse.

Em instantes teremos o vídeo da movimentação que precisou a PM ser chamada

Entenda o caso – Na sessão convocada extraordinariamente para a última sexta-feira, as contas referentes ao exercício 2018 foram encaminhadas às Comissões para emitir seus parecerem dentro de um prazo de até 30 dias. Se tudo ocorrer de forma normal, devem ser colocadas em pautas em 60 dias e se rejeitadas ainda cabem recursos.

Os motivos que levaram o conselheiro Fernando Vita a recomendar pela reprovação foram os gastos com índice de pessoal corresponderam a 59,48% da receita corrente líquida, quando o recomendado é 54%. Sorria também foi multado em R$ 40 mil.

 

Redação CN | Contra Prosa