Líder da PM baiana diz que governador já financiou greve

5/2/2012 0h7 - O presidente da Associação de Policiais, Bombeiros e seus Familiares da Bahia (Aspra), soldado Marco Prisco - apontado também como líder da greve na Bahia - afirmou que o governador Jacques Wagner, quando ainda era deputado federal, participou com outros parlamentares do PT e de partidos da base do esquema de financiamento da paralisação dos policiais militares do estado em 2001.

À época, segundo Prisco, o Sindicato dos Químicos e Petroleiros da Bahia, que tinha na direção o atual presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, alugou e cedeu seis carros para garantir a greve na Bahia, onde diz que foi perseguido e ameaçado de prisão pelo então governador carlista Cesar Borges.

"O motorista que me levou para Brasília era um funcionário do sindicato, Nelson Souto. Na capital, foi recebido pelo então senador petista Cristóvam Buarque", declarou prisco em entrevista ao portal oglobo.com

Prisco disse que, além de Jacques Wagnes, teriam apoiado e contribuído para a greve de 2001 os parlamentares Nelson Pellegrino (PT), Moema Gramacho (PT), Lídice da Mata (PSB), Alceu Portugal (PCdoB), Daniel Almeida (PCdoB) e Eliel Santana (PSC). Segundo ele, a ajuda garantiu a estrutura necessária ao movimento, incluindo o fornecimento de alimentação para os grevistas. Leia mais no www.tribunadabahia.com.br